quinta-feira, 6 de julho de 2017

O professor enlouqueceu de vez, acho que eu tô amando ele - crônica de Suzana Castro



Era 3:00 da tarde quando o professor entrava na sala de aula, meio que alegre dando boa tarde.
Começa então distribuir uns papéis aos alunos, com uma tarefa para ser feita naqueles trinta minutos que havia. Mas no primeiro parágrafo da atividade se encontrava um poema, com verbos, que no entanto era de amor, condizendo a pessoa que amava e queria entregar um possível poema de amor a pessoa amada. Aí fiquei olhando um papel com uma cara estranha, achava aquilo muito estranho, já que, um homem tão crítico e significativo, botar na atividade Poemas de amor! Era muito estranho... mesmo que ele tivesse lá suas sensibilidades.

Eu acho que ele percebeu minha cara, e eu já sabia que ele é casado, não gosto muito de olhar ou seja, encarar, para homem casado.
Primeiramente, ele se equivocou, por que não havia antes, na aula passada explicado o assunto constituído na atividade, verbo transitivo direto e indireto, meio complicado, mas deu pra aprender.

Então primeira frase que o professor bota e que, tal pessoa, foi a um mercado comprar flores. Até aí tudo bem. Mais então bota dizendo que "ama sua esposa", ah isso eu não duvidei de que, o professor só poderia está se referindo a mim, pelo fato de eu não olhar muito para ele.

E pra completar a situação, minha mochila cai, na verdade não foi por nervosismo nenhum, mas ele deve ter achado que foi, mais o importante é que eu não o amo, se ele quiser achar que ache, não me importa!

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