domingo, 28 de maio de 2017

Apenas uma prova - poema de Suzana Castro


E apenas uma prova,
Só preciso manter a calma,
Apenas três matérias,
O nervosismo não pode me vencer agora.

Tenho que lutar,
Até os últimos segundos,
Antes da mesma acontecer.

E o medo do futuro,
Que tenta me fazer temer,
Mas tenho que tentar vencer o medo,
E como prêmio ganhar a coragem,
Tão difícil de ter.

Não posso temer o futuro,
Pois de uma forma ou de outra ele irá chegar,
Apenas tenho que fazer planos,
Nós sonhos construir o desejo,
Para mais tarde realizar.

Nas páginas da filosofia - poema de Suzana Castro



Nas páginas da filosofia,
Irei navegar em um mar fisiológico,
Irei encontrar teorias e fatos,
Em águas tão fisiológicas.

Meu barco e a curiosidade,
Que navega em busca de respostas,
Para dúvidas tão teóricas.

Dos grandes filósofos,
Nomes que marcaram a história,
Irei conhecer seus pensamentos,
 Até mesmo sua participação na filosofia.

Nas páginas da filosofia,
Tão lidas por muitos,
Estou sim, as conhecendo hoje...

sábado, 27 de maio de 2017

Eu gosto de Rock, qual o problema? - poesia de Suzana Castro



Olham em meus olhos

Vêem o romance

Eu gosto de Rock

Não parece?

Se tomarem susto, não me importa

Eu gosto do meu gênero

Eu gosto do rock sim,

Quem está com dúvida

Me pergunte

Eu irei sempre dizer

Gosto de rock

Por Suzana Castro

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Marilyn Monroe - uma das mais belas mulheres do cinema - um marco na história



Marilyn Monroe como todos já conhecem e uma das pioneiras em beleza no cinema norte americano. Tanto que é difícil encontrar hoje alguém que não conheça Marilyn Monroe.

Famosa por filmes onde mostrava sua beleza sedutora marcou na história, hoje não é difícil se ver, em um baile a fantasia, alguém não se fantasiar de Marilyn Monroe.

E uma mulher que marcou na história, até hoje por muitos lembrada.

Livro Legião Negra - a luta dos afro-brasileiros na revolução constitucionalista de 1932 - Oswaldo Faustino - resumo - capítulo 17 - não há mal que sempre dure, nem...


Certo dia está Miro, já despreocupado com tantas coisas, já tem uma ambulância para pegar seus pacientes e até uma auxiliar de enfermagem, mais ai seu sogro inventa de se candidatar outra vez a prefeito, ou melhor, pergunta se o genro não quer.
Diz das coisas boas que um  prefeito tem na vida, das ruas a em casa.
Até que se ver sussurros na rua, comentando que a filha do prefeito só havia se casado com Miro, por que é bom moço. E que miro deu o golpe do baú.
Miro então descobri, que sua mulher e anêmica por conta de uma hemorragia inesgotável e seu sogro já se individou-se muito, se desfez de boa parte das suas terras.
Entra então uma mulher indígena, pede um exame geral, só que Miro ainda não estava capacítado para aquilo, e Pedro desculpas. Mais na porta tem um velhinho, aperentando uns 80. O velho obriga Miro fazer os exames, dizendo ser o coronel da cidade, e Miro faz. Só que aquele coronel e um dois piores inimigos políticos de seu sogro, pra quem já havia cedido boa parte de suas terras.
O coronel então cochila, Marcela, a mulher indígena, aproveita então para falar de assuntos sobre seu marido, dizendo que ele não estava funcionando bem. Então mandou ela fazer um exame geral, mais na verdade quem precisava era ele. Como Marcela diz que seu marido não aceita ir se consultar, Miro diz que vai preparar um remédio de laboratório, para colocar no suco ou na comida dele.
Marcela queria um tratamento nela, e sorria para o doutor, com um sorriso malicioso.
Até que acordou o coronel, ele pagou a conta, e foi embora.
Mas então as visitas de Marcela, começaram ser frequentes, no consultório de Miro.
Seduzindo Miro, Miro tenta resistir, mas pensa noite em dia na indígena. Até que um dia Marcela chega ao consultório de Miro e ela não consegue resistir, e se entrega.
Ate começa a chover, e os relâmpagos se ouvem de longe, então Miro e Marcela estão se beijando, Marcela nua da cintura para baixo e Miro semi nu.
Então a porta do consultório se abre, uma moça foi levar os bolinhos de chu que sua mulher havia fazendo, mais o que ele não esperava e que sua mulher estava na soleira da porta e avista, decepcionada a mulher sai gritando pela rua, chamando o marido de traidor.
Os gestos da mulher de Miro, chamam atenção de toda Marilândia, até que Miro e seu sogro ficam olho a olho, Seu sogro não fica com ódio, mas com decepção, e Miro envergonhado.
A mulher de Miro, Marieta, fica feliz, pois já estava quase livre de seu marido.
Mas então o coronel, marido de Marcela chega, com uma carabina engatilhada, e povo começam a lhe defamar, e dizendo que todo o erro, era por que ele era negro. Miro sai correndo, pega o pouco dinheiro que tem dentro da gaveta do escritório e sai correndo para a estação de trem, chegando lá alguém lhe atira uma pedra, acertando a cabeça.
Depois de um tempo, sente o sangue ressecado no pescoço. Mais não tem gases para limpar.
Pela primeira vez Miro sente doer a palavra negro.

domingo, 21 de maio de 2017

Meu verdadeiro amor - poesia de Suzana Castro



      Meu verdadeiro amor     
Te amo com toda verdade
Com sinceridade
E amor.  

Nunca duvide
Nunca duvide
Te peço por favor
Não disconfie do meu amor.

Sofri por não te ver
Uma noite em claro
Lágrimas caídas
Pela falta de você.

Então eu digo
Não duvide
Meu amor

Olhas pro lado
E verá a mesma verdade
Os espelhos
E a cristalina água do lago
Refletiram
A verdade.

A união de um casal - por Suzana Castro



 A união de um casal
E um bem matrimônial
Um matrimônio do amor
Que o desejo cultivou.

Cresce a cada dia
Em renda ao amor
Salário amoroso aumenta a cada segundo
Que o desejo de amar
Se torna maior.

Os casais são belesas estampando o mundo
Com a vista exposta
Do amor e a

O calar da dama de vermelho - poema de Suzana Castro



O calar da dama de vermelho

Onde o amor se revela

Em plena voz de silêncio

Onde o lenço de seda

Cobre um amor arranhento

Que fere, maltrata

Deixando cicatrizes de mágoas

Tão abstratas, tão transparentes

Não se ver com a realidade

Mas com os olhos do sentimento.

Tipos de Damas - em cores

   
            Dama de vermelho



             Damas de dourado



            Daminha de branco


                      Dama de preto


                        Dama de rosa


Boa Notícia - Lembranças de um momento bom - por Suzana Castro



Hoje tive uma boa notícia

A melhor

Que nesta altura do dia poderia ter

Agora estar tudo bem

Não precisarei mais fazer 

O que não quero

O que eu tinha de fazer sem querer

Tudo ocorreu bem

Nestas frases

Eu declaro a minha segunda feira

Do mês de abril

Melhor do que poderia imaginar

                                                                         

17/04/2017  por: Suzana Castro

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Acalentando - poesia Suzana Castro



Acalentando a tristeza,
Em um sono profundo,
 Nas profundezas da mágoa,
Fazendo acordar às águas da alegria,
Dando continuidade à história real fictício,
De era uma vez,
Felizes para sempre...

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Vencer sem vontade – poesia de Suzana Castro



Vencer, vencer, vencer...
Mas cadê o gosto do prazer?
Meu coração já não sente.
Esta cansado de tanto se machucar,
Em meio a tantas pedras,
Que tentam me impedir.
Tentam me esbarrar na entrada da felicidade.

Já cansei,
E se agora eu vencer,
Só haverá lágrimas,
A vitória já não tem a cor da felicidade,
O sofrimento a apagou,
A tristeza lhe deixou descolorida...

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Minha pintura - poesia de Suzana Castro



Minha pintura,
És a minha pintura...
Com tinta a óleo,
Colorimento profundo...
Colorindo o meu sofrimento,
Deixando ofuscado,
Em um sorriso a mostra...
Numa pintura...

Uma pintura que não evenhece,
E o meu eu não sentimental...
Diante da alegria permanece,
Não sai sorrindo pelos corredores da sala,
Diante do sofrimento permanece,
Não está em pleno choro no seu quarto...

És uma pintura,
A minha pintura,
Um retrato fixo,
Um registro confidente,
De um momento feliz,
Que hoje está so na minha lembrança,
E neste quadro,
Com minha felicidade retratada...

sexta-feira, 12 de maio de 2017

O que eu sou - Roberto Bandeira



Eu as vezes não entendo!
As pessoas tem um jeito
De falar de todo mundo
Que não deve ser direto.

Aí eu fico pensando
Que isso não está bem.
As pessoas são quem são,
Ou são o que elas têm?

Eu queria que comigo
Fosse tudo diferente,.
Se alguém pensasse em mim,
Soubesse que eu sou gente.

Falasse do que eu penso,
Lembrasse do que eu falo,
Pensasse no que eu faço,
Soubesse por que eu me calo!

Porque eu não sou o que visto.
Eu sou do jeito que estou!
Não sou também o que tenho.
Eu sou mesmo quem eu sou!

terça-feira, 9 de maio de 2017

Por que é assim?




Por que é assim?
Tantas coisas, tantas regras,
Para se obedecer,
E não sou uma submissa,
Que a tudo vai aceitar...

Eu quero mandar em mim mesma,
Será tão difícil perceber,
Por causa de minha menor idade,
Meus atos,
Não querem deixar responder...

Pra tudo uma assinatura,
Oh responsável  assina aqui;
Assim diz o juiz...

Mas pra quer isso, pra quer?
Deixem com que nos mande em nos mesmos,
Nem todos adolescentes,
Aceitam submissão,
E não vão seder...
Então aceitem, aceitem...

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Esclarecimento – poesia de Suzana Castro



Tantas vezes,
Tampoucos minutos,
E o que resta,
E o que forma,
Um clipe de romance de segundos,
Reações e desejos
Incompreensíveis.

O que custa esclarecer,
Não faltou a luz do cineasta,
Equipamentos em perfeito estado...

Quando este romance irá brilhar,
Talvez quando a luz da 
Insegurança apagar...

E o que restou,
E o que sobrou,
Pedaços de um amor escondido,
Em meio a escuridão da insegurança...

Esclarecimento indefinido,
Amor culpado,
Dentre o cinema,
Ator indeciso...

Não sabes se machuca,
Não sabes se defende,
Não sabes o que quer...

domingo, 7 de maio de 2017

Instante – poesia de Suzana Castro





Só um instante...
Relance veloz...
Não capturei teu rosto...
Em meu pensamento...
Apenas vi o teu andar...
E não podi encarar...
Tantas regras... Onde o amor proibido não pode transparecer...
Mora em mim um desejo...
Que pede pra te ver...
Que pede pra te sentir omenos em uma lembrança...
Do agora... Do teu olhar de hoje... Que poderia estar no meu pensamento, lembrado, visto sentido, no futuro... Com pouco mais que um instante...

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Saudade dolorosa – poesia de Suzana Castro


Está tão difícil seguir,
Uma fática mentira,
Já fiquei com febre,
Uma tarde,
Uma noite,
Emocionalmente...

Remédios não adiantaram,
Eu ti vi de relance,
Quase me esbarrei,
Acho que foi o bastante...

Saudades tão dolorosas,
Tão machucantes,
Quando lembro do teu rosto,
E não posso tocar...

Teus olhos tão brilhantes,
Não posso olhar olho a olho,
Apenas posso vê-los,
Em meu pensamento...

Lembro do teu sorriso,
E sinto vontade de chorar,
Pois sinto saudades,
Desta tua alegria,
Não sei quando poderei apreciar...

Legado da poesia


A poesia e uma das principais expressões artísticas que um artista pode dar. Ela vem tomando espaço desde a antiguidade, onde os poetas expressavam seus sentimentos, que tomavam posse de seus corações diante daquelas plenas guerras que ocupavam em 1° lugar no ranking de acontecimentos da época. E daí por diante veio aparecendo novos poetas. Aqueles que não tinham medo de mostrar seus sentimentos, chamados de loucos por muitos, pois fantasiavam quase tudo, um exemplo deles e o poeta Carlos Drummond de Andrade.


Já o poeta Fernando Pessoa, famoso pelo realismo, em que suas poesias se situavam.


Fernando Pessoa também é conhecido como o poeta dos escravos, defensor do abolicionismo, também por tal pensamento fisiológico.

Por isso acredito que a poesia tenha deixado e até hoje mesmo continua a deixar um legado.

Sua tal sabedoria vinda de poetas que não escondem seus verdadeiros sentimentos, que não tem medo de mostrar a verdade, falar o que sente.

Cazuza por exemplo.


E um cantor mais também poeta, ele mostrava a verdade em composições, em um pensamento ideológico e político, mostrava a corrupção, desumanidade, preconceito, em si, a desingualdade do mundo.
Foi um poeta que não teve medo de falar a verdade, em nenhum momento, seu medo percebir.

Os legados da poesia são por exemplo os sábios versos que estes poetas deixaram.




Sem contar que hoje na realidade que estamos, e considerado loucura por aqueles que pensam que fantasiar as coisas e loucura, mas não é não, e simplesmente uma maneira que o poeta encontra de enxergar as coisas de uma nova forma.
Forma essa que atribuir no poema ou poesia uma nova forma de interpretação, onde o texto fica interessante.
Poetas são aqueles que fantasiam e falam a verdade, mais diante de tudo, mostram seus sentimentos e sua ideologia, deixado assim um legado a poesia.

terça-feira, 2 de maio de 2017

Renascimento – poesia de Suzana Castro





Tão belo e o nascer,
Consagrado a sobreviver,
Se vives por amor,
Será um romântico eterno,
Se vives pelo bem da humanidade,
Ideologicamente será lembrado,
Por tuas idéias de união,
E tal emblema de compaixão...

Mas mais belo que o nascer,
E o renascer...
Renascer da paixão,
Que te formou um ser eternamente amoroso...
Renascer da paz,
Que te faz um ser eternamente calmo.

Tu nasceu,
Mas quando encontrou o amor renasceu,
Com todo o amor no coração...

Tu nasce para sobreviver,
Mas renasceu para viver,
Seja qual for teu ideal vivenciado,
Tu vive,
Um sentimento nascido em tu,
E tu nele,
Renascem juntos,
Em uma razão para viver...