segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Se soubesse não faria — discurso de Suzana Castro



Nesses tempos andam me acontecendo muitas coisas, que no entanto eu não queria, ou simplesmente não entendo.
 O concurso do TAL, uma responsabilidade entre tantos papéis para assinar. Estou sentindo o meu querido professor se afastar, mesmo que seja somente uma impressão está me machucando muito. Deixei com que conhececem como poetisa naquela tarde, tive meu último beijo na testa, meu último abraço. E confesso, se soubesse que perderia todo o carinho, de quem acredito ser quase meu amigo, não teria me mostrado assim, pois todos os elogios, e todo o reconhecimento do colégio não vão passar a dor que eu estou sentindo aqui, bem dentro de meu coração.

Preferia que ele acreditasse naquela menina frágil, que precisaria de cuidados, ou me visse somente como uma desenhista, que ainda não queria que chegasse a conhecer, tais virtudes me fazem tão mal que, as vezes juro que me odeio, mas que culpa tenho, ou é você que não gosta de mim? Eu não sei, mas as coisas estão mudando muito.





sábado, 5 de agosto de 2017

Entre a felicidade e a culpa



Ele me pediu, e pediu muito para que eu fosse para aquele evento. Mas o pior de tudo é que a culpa não foi minha, ou foi? No dia seguinte, o certo dia do ocorrido. Amanheci queimando em febre e com muita dor de cabeça.

Por conta disso, agora passei a semana inteira sem ir para a escola. Uma tosse que nem vale contar. E é por conta disso mesmo. Agora talvez ache que é por medo de olhar na cara dele que agora não estou frequentando o colégio, mais não é não.

Eu até fiz um poema para me desculpar, do que eu havia aprontando. Mas mesmo assim, com todos os ocorridos, estou com um sentimento meio que de felicidade e ao mesmo tempo de culpa.

domingo, 16 de julho de 2017

Meu amor não se disfarça! — poesia de Suzana Castro



Eu sempre te amei,
E agora o infinito encontra-se mais imenso,
Cresce muito,
O amor que florescia na primavera romântica,
Em uma chama que incendiava o desamor,
E fumaça com um adeus ao desapego,
Que só restou pó,
Que no vento do desprezo se espalhou.

Só consigo sentir sua falta,
E minha felicidade encontra-se longe,
Por um imenso amor,
Que o teu lindo rosto  resplandecer deseja.

Será que não denota o que está claro,
Tua lucidez não reconhece uma evidência,
Que efetivamente te ama!

sexta-feira, 14 de julho de 2017

Lucidez embriagada - poesia de Suzana Castro



O seu carinho e o puro delírio que meu cotidiano anceia.

É a pura loucura,
Em lucidez complexa,
De uma embriaguez enigmática,
Que de amor nos enebriou.

Foi caída perfeita do desamor,
E a solidão desabou.

Estamos embriados de amor,
Detonando desamores,
O desejo brotando,
Feito uma rosa ansiosa,
Que enxala nosso coração,
De avidez profunda...

Nossa lucidez embreagada,
Nos deixou neste estado,
Total enlevo em fixação,
Nos enlaçando...

Não me deixo cair - pensamento de Suzana Castro



Há tantas coisas querendo derrubar

A todos lados da pra suspeitar

Uma dor tremenda

Vindo atormentar

Mas não

Não vou me deixar cair

Tentar subir

Tentar subir

Nunca desistir

Nunca desistir - uma frasinha minha - eu mesma; Suzana Castro



Se as coisas ficam difíceis,

Há uma brecha de refúgio bem lá no fundo do túnel,

A fé em Deus,

A persistência em vencer,

São crenças vitais,

Que nunca devem ser esquecidas...

Nítidas vitórias — poesia de Suzana Castro



O dia nasce formoso,
Colorido de fecundas airosidades,
Mas um ato nefasto,
Pode polui-lo com o puro dissabor.

Por isso trilho em frente,
Busco dar o meu melhor,
Sei que nítidas vitórias me esperam,
É vou recolhe-las com todo meu amor.

Mas terei de caminhar com a plena eutimia,
Em absorção a ética;
E se tropeçar em problemas,
Persuadi-los em sucesso.

Não é descomplicado,
Mas empreender-se,
É um passo ao êxito;
Enquanto houver força de vontade,
Minha lucidez me guiara,
Ao meu objetivo.